A atriz Fabi Bang, 41, revelou que teve uma péssima experiência durante a divulgação do filme “Wicked” no Brasil. Intérprete da personagem Glinda no espetáculo musical há mais de 10 anos, a carioca contou que seu trabalho de dublagem na obra gerou traumas pela forma que foi tratada nos bastidores.
No “Sem Censura”, da TV Brasil, a artista explicou que teve problemas envolvendo a obra e a produção internacional do filme, impactando também sua parceira de palco, Myra Ruiz, que interpreta Elphaba no espetáculo.
“Todo o processo em relação ao marketing desse filme acabou sendo um trauma para mim, pessoalmente. Eu nem gosto de falar sobre a dublagem porque eu não fui nem incluída na divulgação desse filme”, declarou.
Ela seguiu: “Eu adoraria ter orgulho de contar essa história. Ela me marcou positivamente, por um lado, porque eu aprendi muito nesse processo de dublagem, mas, ao mesmo tempo, eu nunca vivi um desrespeito tão grande em relação a um título que eu e a Myra defendemos no Brasil há dez anos”.
Em 2025, a equipe de “Wicked: Parte II” passou pelo Brasil para divulgar o longa. Na ocasião, Bang tentou tirar uma foto com o diretor Jon M. Chu, mas teve o pedido negado pela produção.
Além disso, não houve destaque às dubladoras do filme, o que não teria acontecido com as atrizes de voz em outros países. “Vi esse título ser celebrado num palco com brasileiros, com uma bandeira do Brasil, com uma bandeira de ‘Wicked’ da qual eu não fazia parte”, disparou Fabi.
