Com R$ 170 bilhões de valor assegurado, o novo acordo do rio Doce tem como compromisso principal a reparação socioambiental do Brasil. Para assegurar a efetividade, a transparência é fundamental. Por isso, a atual governança envolve os setores público e privado, incluindo o governo federal, os governos de Minas Gerais e Espírito Santo, instituições de Justiça, sociedade civil e as empresas Samarco, BHP Brasil e Vale.
De outubro de 2024 a junho de 2026, R$ 43 bilhões foram pagos pela Samarco. Se considerado o início da reparação, em 2015, o total é de R$ 82,4 bilhões. Parte desse valor foi repassado diretamente a mais de 363 mil pessoas, por meio de indenizações, auxílios financeiros e medidas emergenciais.
Já outra parcela destinou-se a projetos socioeconômicos –de infraestrutura e reassentamentos– e a contas públicas, para o financiamento de melhorias em saúde, saneamento e desenvolvimento local. Todas as aplicações estão determinadas no novo acordo e são feitas com transparência, afirma a BHP.
As informações são divulgadas em canais e iniciativas de prestação de contas.
