Candidatos à Presidência da República poderão gastar até R$ 133,3 milhões durante toda a campanha. Segundo portaria publicada nesta 3ª feira (21.jul.2026) no DJE (Diário da Justiça Eletrônico) pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), desse total, R$ 88,9 milhões poderão ser usados no 1º turno e outros R$ 44,4 milhões em um eventual 2º turno. Eis a íntegra (PDF-116kB).
Já deputados federais terão teto de R$ 3,1 milhões, enquanto candidatos a deputado estadual ou distrital poderão gastar até R$ 1,2 milhão.
Os limites para candidatos a governador e senador variam conforme o número de eleitores de cada unidade da Federação.
Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, o teto para a disputa ao governo estadual será de R$ 26,6 milhões no 1º turno e R$ 13,3 milhões no 2º turno. Para as candidaturas ao Senado, o limite é de R$ 7,1 milhões.
Em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia, os candidatos a governador poderão gastar até R$ 17,7 milhões na 1ª etapa da eleição e R$ 8,8 milhões em um eventual 2º turno. Já os concorrentes ao Senado terão limite de R$ 5,3 milhões.
Nos Estados com menor número de eleitores como o Acre, Amapá e Roraima, o teto será de R$ 3,5 milhões para candidatos ao governo no 1º turno e de R$ 1,7 milhão no 2º turno. Para o Senado, o limite ficou fixado em R$ 3,1 milhões.
