Na última quarta-feira (15), a novela “Vamp”, exibida originalmente em 1991, completou 35 anos desde sua estreia. Com Ney Latorraca (1944-2024), Cláudia Ohana, 63, e Joana Fomm, 86, como protagonistas, a produção trouxe uma temática inédita para a televisão brasileira da época: vampiros.
Celebrando a data especial, Ohana comentou em entrevista à CNN Brasil o impacto que a narrativa teve no público há mais de três décadas e revelou alguns de seus momentos favoritos dos bastidores da novela. Para a atriz, a trama foi “um divisor de águas” em sua carreira e um “marco na dramaturgia brasileira”.
“‘Vamp’ ousou ao misturar suspense, humor, romance, rock e o universo dos vampiros de uma forma completamente original. Era uma linguagem muito diferente do que se fazia na televisão na época, e isso conquistou públicos de todas as idades”, começou.
Com cerca de 179 episódios, a história escrita por Antônio Calmon é ambientada em Armação dos Anjos, cidade fictícia do litoral do Rio de Janeiro. Logo no começo, os espectadores são apresentados à união de Jonas (Reginaldo Faria), viúvo com seis filhos, que se casa com Carmem Maura (Fomm), também viúva e com seis filhos.
Para além dos conflitos da grande família, os moradores da cidade começam a lidar com a chegada da cantora Natasha (Ohana) para a gravação de um clipe na cidade. Embora seja conhecida pela voz, a protagonista é amaldiçoada por Vladymir Polanski (Latorraca) que a transformou em uma vampira.
