BRASIL – O pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) defendeu, nesta terça-feira (21), a privatização da Petrobras e afirmou que a estatal poderia ser transformada em uma "corporation", modelo em que a União permaneceria como acionista, mas sem controlar a administração da empresa.
A declaração foi feita durante visita ao Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), no Centro do Rio de Janeiro. Na ocasião, Zema voltou a criticar a participação do Estado na gestão de empresas públicas e também negou ter feito um convite à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro para integrar sua chapa como candidata a vice-presidente.
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Zema defende privatização da Petrobras
Ao comentar sua proposta para a Petrobras, Romeu Zema afirmou que a União poderia continuar como sócia da empresa, mas sem interferência na gestão.
"Que a União fique até sócia, mas sem decidir, sem ficar fazendo politicagem dentro da empresa. Pode ficar recebendo os dividendos. Pode transformar a Petrobras em uma corporation", declarou.
Segundo o pré-candidato, uma empresa mais lucrativa também aumentaria a arrecadação de tributos para o governo federal.
Críticas à gestão de estatais
Durante a agenda, Zema afirmou que o Estado deveria concentrar esforços em áreas como segurança pública, saúde, educação e infraestrutura, em vez de administrar empresas estatais.
