A abertura do mercado chinês para o DDG brasileiro (grãos secos de destilaria com solúveis, coproduto da produção de etanol de milho utilizado principalmente na alimentação animal), oficializada em maio de 2025, já começa a impactar o comércio exterior do produto. Em fevereiro de 2026, a China iniciou as compras e, até junho, já havia importado 262,1 mil toneladas, consolidando-se como o principal destino das exportações brasileiras.
A Turquia, que havia sido o principal destino das exportações em 2025, passou a ocupar a segunda posição neste ano, com 192,6 mil toneladas adquiridas no mesmo período.
No primeiro semestre, as exportações brasileiras de DDG/DDGS registraram o maior volume para o período desde o início da série histórica, reforçando a perspectiva de um novo recorde anual. Além de China e Turquia, os principais mercados para o produto brasileiro foram Vietnã, Nova Zelândia e Espanha.
Em sete anos, as exportações brasileiras de DDG/DDGS passaram de 53,5 mil toneladas, em 2019, para 853,6 mil toneladas em 2025, um crescimento de quase 1.500%. Em 2026, o setor mantém o ritmo de expansão. Apenas entre janeiro e junho foram embarcadas cerca de 690 mil toneladas, volume que representa a maior parte do total exportado durante todo o ano passado e reforça a expectativa de um novo recorde anual.
Em 2019, os embarques somavam apenas 53,5 mil toneladas.
