As convenções partidárias tiveram início nesta segunda-feira (20), marcando oficialmente a largada do calendário eleitoral definido pelo TSE. O momento exige que os partidos saiam da fase de especulações e formalizem candidatos, alianças e estratégias de campanha.
Contudo, no WW desta segunda-feira (20), os analistas apontaram que o cenário atual apresenta um número incomum de indefinições para esta etapa do processo.
“Em eleições anteriores, a gente já tinha definições um pouco mais acertadas, agora não. O PT enfrenta dificuldade de apoio nos maiores colégios eleitorais, enquanto que Flávio Bolsonaro ainda está em busca de uma aliança nacional”, observou William Waack.
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Nacionalmente, o PT deve manter uma coligação semelhante à de 2022, com a adição do PDT no primeiro turno ao lado do PSB.
O partido lançou 13 candidatos a governador e está na cabeça de chapa nos dois maiores colégios eleitorais: São Paulo e Minas Gerais. No entanto, o cenário para os candidatos é considerado difícil.
Em São Paulo, Fernando Haddad enfrenta dificuldades para convencer o eleitorado do interior do estado. Em algumas pesquisas, o ex-ministro da Fazenda aparece derrotado no primeiro turno para o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
