O Google supostamente trabalha em um novo chip para servidores que pode integrar a tecnologia do Gemini diretamente no hardware do produto. As informações foram reveladas pelo site The Information e detalham como a companhia busca combater uma possível escassez de capacidade computacional nesse setor.
Chamado internamente de Frozen v2, o Google parece ter um plano bem agressivo para esse tipo de chip. Uma das ideias reportadas é que partes da arquitetura do Gemini seriam inseridas diretamente no silício do chip. Em outras palavras, é como se “imprimissem” a IA no próprio processador.
Esse tipo de abordagem pode ter algumas vantagens significativas para o ecossistema do Google. Uma das vantagens é que haveria uma redução na quantidade de cálculos e na movimentação de dados para processar as solicitações dos usuários. Como a implementação seria nativa, o processo pode ser mais rápido.
Engenheiros da companhia estimam que o novo chip poderá processar entre seis e dez vezes mais tokens por unidade de energia do que os atuais chips personalizados do Google, as Unidades de Processamento de Tensor (TPUs). Uma das grandes preocupações é tornar o chip eficiente, ou seja, consumir menos energia.
Por que o Google precisa de um novo chip?
Por mais que o Google seja uma das empresas que melhor lida com a corrida de inteligência artificial, a empresa não está isenta de problemas.
