Antes de se tornar atleta profissional de Jiu-Jitsu, Gabriel Brod caminhou por uma trajetória versátil em atividades. Faixa-preta de Felipe Pena, referência na Gracie Barra, Brod descobriu a Arte Suave já na maioridade, depois de passar pelo motocross, praticar Muay Thai, servir no Exército e cursar a faculdade de Nutrição. Ele estava diante de variedade de oportunidades, mas o Jiu-Jitsu foi a opção que venceu em termos de carreira.
Nascido em Pelotas, no sul do Brasil, a experiência no Exército foi fundamental para determinar seu futuro como atleta. Foi nesse período que ele entrou em contato com o mundo das Artes Marciais, o Jiu-Jitsu, a princípio por um interesse pelo MMA. No entanto, de acordo com ele, a atividade mais transformadora, que ajudou a moldar de verdade a sua personalidade de lutador, foi uma missão no Haiti, país que atravessa há anos uma grave crise humanitária.
“Se tivesse que escolher uma grande experiência, foi o convívio por alguns meses com integrantes das Forças Especiais do Exército durante uma missão no Haiti. Ali tive algumas das maiores lições sobre resiliência, ser obstinado e acreditar de verdade que posso ser a pessoa que quero ser.”, comentou.
Lembrança da época do Exército: Gabriel Brod partiu em missão ao Haiti. Atleta define a experiência como transformadora.
