Divulgado a algumas semanas, O Ranking Mundial de Competitividade do IMD 2026 (International Institute for Management Development) com apoio da Fund. Dom Cabral, posicionou o Brasil na 65ª colocação entre 70 nações pesquisadas, acendeu um alerta crítico sobre o futuro do crescimento do país. Aqui analiso as causas estruturais desse desempenho, com ênfase no "Custo Brasil", na baixa eficiência governamental e na persistente diferença de infraestrutura, elementos que condenam o país a ficar para trás na corrida global por investimentos, produtividade e inovação.
É alarmante e frustrante, temos ficado no último lugar em alguns tópicos como: Custo de Capital, Endividamento corporativo, Produtividade da força de trabalho, qualidade da educação básica e secundária, e competência financeiras e linguística.
A competitividade econômica não é apenas uma métrica de prestígio internacional; ela reflete diretamente a capacidade de uma nação gerar riqueza sustentável, atrair capital produtivo e elevar o padrão de vida de sua população. Quando o Anuário de Competitividade Mundial aponta que o Brasil retrocedeu para a 65ª posição em um universo de 70 economias, o diagnóstico vai além de uma flutuação estatística de curto prazo: estamos diante de uma crônica e severa perda de tração estrutural face aos nossos pares globais.
O recuo na tabela de classificação coloca o Brasil atrás de vizinhos regionais e de outras economias emergentes que, historicamente, enfrentavam desafios similares.
