BRASIL – A Polícia Federal (PF) iniciou, nesta segunda-feira (20), a operação nacional de segurança para os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026. O esquema foi estruturado para atender até dez candidaturas simultaneamente e contará com 458 servidores, entre agentes de proteção, equipes de inteligência e profissionais de logística.
No primeiro dia da operação, o pré-candidato Renan Santos (Missão) antecipou a convenção do partido para formalizar o pedido de escolta da PF. Já o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato ao Palácio do Planalto, anunciou que recusará a proteção oferecida pela corporação.
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Renan Santos antecipou convenção
Segundo Renan Santos, a convenção partidária, inicialmente marcada para 1º de agosto, foi realizada de forma antecipada após ameaças atribuídas a facções criminosas.
O pré-candidato afirmou que a decisão foi tomada por orientação de sua equipe de segurança e que o objetivo é garantir a proteção da Polícia Federal durante a campanha. Apesar da antecipação, o partido manterá um evento presencial em São Paulo no dia 1º de agosto para apresentar o programa de governo.
Flávio Bolsonaro recusa proteção
Flávio Bolsonaro informou, por meio das redes sociais, que não utilizará a escolta disponibilizada pela Polícia Federal.
