Os smartphones dobráveis, que são celulares mais compactos, fáceis de transportar e com mais de uma tela (em alguns casos, viram displays enormes!), já são o objeto de desejo de milhões de consumidores. Segundo dados da consultoria Fortune Business Insights, esse mercado deve saltar de 41,4 bilhões de dólares este ano para 115,8 bilhões em 2034! Já as vendas globais têm a previsão de crescimento de 20% em 2026, segundo a Counterpoint Research.
A evolução desse tipo de equipamento nos últimos anos consolidou a transição dessa categoria de um "nicho experimental" para o centro das estratégias de dispositivos premium das grandes fabricantes, como Samsung e Motorola, que estão ampliando seus portfólios de aparelhos “foldables”.
O foco do setor se deslocou dos modelos compactos em formato de "concha" (clamshell) para os dispositivos no formato de "livro" (book-type), que oferecem telas maiores e designs cada vez mais finos, leves e com vincos menos aparentes.
Além das melhorias físicas de durabilidade e engenharia de dobradiças, o grande salto recente tem sido na otimização de software e no amadurecimento dos ecossistemas. As fabricantes investiram pesado para aprimorar a experiência em telas grandes, focando em ferramentas de produtividade, consumo de mídia e multitarefa avançada.
