A Copa do Mundo de 2030 será disputada em seis países de três continentes diferentes, Espanha, Portugal e Marrocos receberão a maioria dos jogos, enquanto Uruguai, Argentina e Paraguai sediarão partidas especiais. Para o CEO da CNN e apresentador do CNN Esportes S/A, João Vítor Xavier, o formato da competição não é fruto do acaso, mas sim uma clara demonstração da força política da Fifa.
Em análise, João Vítor destacou que a Fifa se consolidou, ao longo dos anos, como uma das maiores potências políticas do mundo.
“A Copa do Mundo é, acima de tudo, um evento político também. A Fifa é uma instituição política. É uma força política muito grande”, afirmou. Segundo ele, Gianni Infantino é hoje um dos homens mais influentes e cortejados pelas autoridades políticas globais.
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Estratégia continental
A escolha dos países-sede, na visão do apresentador do Esportes S/A, obedece a uma lógica estratégica bem definida. A Fifa teria inserido três jogos na América do Sul sob o argumento de celebrar o centenário das Copas, que teve início no Uruguai em 1930.
Ao mesmo tempo, incluiu partidas em Marrocos para contemplar o continente africano.
