A Copa do Mundo de 2026 foi vendida, desde o início, pelos seus protagonistas. Messi, Mbappé, Vinícius Júnior, Kane e Haaland chegaram ao torneio carregando as esperanças de suas seleções. Mas, quem foi o grande nome da Espanha campeã?
A final do maior Mundial de todos os tempos deixou uma lição que o futebol insiste em repetir: ninguém vence sozinho. A Espanha foi sua própria protagonista. O coletivo falou mais alto. Funcionou como uma espécie de trabalho de formigas: cada um muito ciente de sua função, sem perder a cabeça em nenhum momento.
Na estreia, os espanhóis tinham tudo para entrar em rota de colisão. Cercada de expectativa, a equipe de Luis de la Fuente ficou apenas no 0 a 0 com a estreante e modesta Cabo Verde. O empate, no entanto, serviu como combustível para acender uma chama. No jogo seguinte, goleada por 4 a 0 sobre a Arábia Saudita.
A partir de então, a Espanha não deu mais sopa para o azar. Em todos os compromissos, usou a posse de bola como arma para atacar e se defender. Os Rojos transformaram os luxuosos estádios do Mundial em verdadeiras arenas de touradas. De “olé” em “olé”, conquistaram terreno, confiança e respeito.
Ainda nas oitavas de final, Merino, um herói improvável e discreto, destruiu de forma dolorosa o sonho de Cristiano Ronaldo em sua despedida das Copas do Mundo. Na fase seguinte, o volante repetiu o roteiro. Saiu do banco para sacramentar mais uma classificação, desta vez contra a Bélgica.
