BRASÍLIA – O Congresso Nacional terá pouco mais de duas semanas, após o fim do recesso parlamentar, para analisar parte das propostas prioritárias do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) antes do início oficial da campanha eleitoral, marcado para 16 de agosto.
Com a retomada das atividades legislativas em 1º de agosto, o Planalto pretende destravar projetos considerados estratégicos. A avaliação entre parlamentares, porém, é que o calendário apertado e a dedicação dos congressistas às campanhas dificultarão a votação de toda a pauta pendente.
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Nos bastidores, a expectativa é que Câmara e Senado concentrem esforços em um número reduzido de matérias antes do período eleitoral, quando a tendência é de esvaziamento das atividades em Brasília.
Corrida contra o tempo
O governo trabalha para aproveitar a curta janela de funcionamento do Congresso Nacional entre o fim do recesso e o início da campanha.
Além do calendário reduzido, líderes partidários estarão envolvidos nas convenções e na montagem dos palanques estaduais, enquanto deputados e senadores candidatos deverão intensificar as agendas nos estados.
A expectativa é que, a partir de 16 de agosto, as votações fiquem praticamente paralisadas por causa da disputa eleitoral.
