As máquinas de lavar evoluíram bastante nos últimos anos e muitos modelos passaram a oferecer ciclos com água quente aquecida pela resistência elétrica da própria máquina. A função ajuda a remover manchas difíceis, dissolver gordura e higienizar melhor roupas de cama, toalhas e peças muito sujas. Entretanto, quanto isso pesa na conta de energia?
O consumo realmente aumenta, mas o impacto no orçamento mensal é menor do que muita gente imagina, principalmente quando o recurso é usado apenas em lavagens específicas.
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Onde está o maior consumo?
Em um ciclo convencional com água fria, a maior parte da energia é utilizada para movimentar o tambor e acionar a bomba de água. Já nos programas com água aquecida, entra em cena a resistência elétrica, um dos componentes que mais consomem eletricidade dentro da máquina.
Ela funciona de forma semelhante à de um chuveiro elétrico, elevando a temperatura da água até o nível escolhido pelo programa. Quanto maior a temperatura e maior o tempo de aquecimento, maior será o gasto de energia.
As etiquetas de eficiência do Inmetro mostram bem essa diferença. Em alguns modelos de lava e seca da LG, por exemplo, o consumo passa de cerca de 0,03 kWh por ciclo com água fria para aproximadamente 0,30 kWh a 0,38 kWh utilizando água quente, uma diferença de até 10 vezes apenas na energia elétrica consumida pela lavagem.
Quanto isso representa na conta?
