A edição de 2026 da Copa do Mundo, sediada em Estados Unidos, México e Canadá, foi palco de uma série de polêmicas que repercutiram dentro e fora dos campos. Desde a logística da seleção do Irã afetada por sanções, o barrar de um árbitro somali nos EUA, até a intervenção do ex-presidente Donald Trump em uma suspensão e um show do intervalo mais longo que o prometido, o torneio teve momentos controversos marcantes.
Duas dessas confusões ganharam destaque antes mesmo do início da competição. O árbitro Omar Artan, da Somália, foi barrado pela Fifa e impedido de atuar no Mundial de 2026 após ter sua entrada negada nos Estados Unidos. Artan seria o primeiro somali a apitar em uma Copa do Mundo.
Aos 34 anos, ele estava entre os 52 profissionais selecionados para o torneio. Em 2025, Artan foi eleito o melhor árbitro da Confederação Africana de Futebol (CAF), o que tornava sua ausência ainda mais notável.
Logística do Irã
Outra polêmica que envolveu a Copa do Mundo foi a complexa logística enfrentada pela seleção do Irã, que sofreu o impacto direto das sanções impostas pelos Estados Unidos. O clima hostil entre Washington e Teerã afetou os preparativos da equipe.
Por questões de segurança e logística, devido ao conflito diplomático entre os países, os iranianos foram forçados a mudar seu quartel-general de treinamento de Tucson, no Arizona (EUA), para Tijuana, no México. A federação iraniana reportou problemas de imigração.
