A final foi tática. Não foi razão, nem coração. Terminou com gente perguntando se já houve outra pior, porque gente se esquece com rapidez, do que não houve de emoção em Brasil 0 x 0 Itália, de 1994, ou em Espanha 0 x 0 Holanda, nos noventa minutos de 2010.
O cérebro de La Fuente venceu o coração de Lionel Messi
