O otimismo do mercado sobre a renda fixa doméstica parece ter ficado para trás, mesmo após a melhora do ambiente externo e interno na segunda metade de junho, dada a expectativa de resolução da guerra no Oriente Médio e de algum arrefecimento da inflação e da atividade no Brasil.
Nas cartas mensais, grandes gestoras apontam que o tom é de cautela com juros reais e nominais para julho, com redução de posições aplicadas e de risco nas carteiras e, em alguns casos, posicionamento tomado, ou seja, que aposta em alta dos juros.
Casas Bahia aprova aumento de capital de R$ 140,6 milhões
Ações ligadas à IA saltam 20% no 1º semestre em meio a desafios globais
Trump promove empresas na Truth Social dias após comprar ações delas
É o caso da equipe de gestão da Occam Brasil, que informa que, no País, os fundos estão “taticamente tomados” em juros.
Embora o Banco Central tenha prosseguido o ciclo de calibragem da Selic no mês passado, com um corte de 0,25 ponto porcentual da taxa, para 14,25%, a Occam menciona que a comunicação feita após a reunião gerou críticas ao alongar o prazo de convergência da inflação à meta e manter a possibilidade de extensão do ciclo.
Isso ocorreu, de acordo com a gestora, mesmo com a deterioração da maioria dos vetores inflacionários e com a desancoragem das expectativas.
“Além disso, a pauta de estímulos segue em andamento, com medidas adicionais tanto do Executivo quanto do Legislativo sendo implementadas ou em discussão.
