Depois de cinco semanas de competição e meses de polêmicas dentro e fora de campo, a Copa do Mundo terá um novo dono: a Argentina de Lionel Messi ou a Espanha de Lamine Yamal se enfrentam a partir das 16h (horário de Brasília) neste domingo, em East Rutherford, pelo troféu mais cobiçado do futebol.
Messi defenderá a coroa conquistada há quatro anos, no Catar, contra um dos jogadores destinados a escrever o próximo capítulo do esporte.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai acompanhar a partida no MetLife Stadium, o desfecho de um torneio que, por vezes, se afastou de tradições quase centenárias para se adequar aos seus desejos e às exigências do mercado norte-americano.
A disputa do título, que deve atrair um público de mais de 80 mil pessoas, será a primeira a ser assistida pessoalmente pelo político republicano. Os EUA sediaram a maioria dos jogos da primeira Copa do Mundo com com 48 seleções e três países-sede.
Também estarão presentes os chefes de Estado das outras duas nações anfitriãs, Claudia Sheinbaum, presidente do México, e Mark Carney, primeiro-ministro do Canadá, que mantiveram relações tensas com o ocupante da Casa Branca.
“É um sinal de boa coordenação e boa colaboração com o governo dos Estados Unidos”, explicou Sheinbaum ao confirmar sua presença.
