Aquela imagem do Catar em que aparece desabando em lágrimas enquanto Leandro Paredes o abraça logo após conquistar a Copa do Mundo resume a trajetória de Lionel Scaloni na seleção argentina, desde o período como técnico interino, inicialmente questionado, até assumir seu lugar na mesa da elite ao lado de César Luis Menotti e Carlos Bilardo.
Sem o histórico impressionante de Menotti ou Bilardo, ícones que representam duas formas diametralmente opostas de jogar futebol e encarar a vida, Scaloni foi o maestro inesperado que regeu a Argentina no caminho até o terceiro título mundial.
Agora, quatro anos depois daquela consagração no Catar, Scaloni tem novamente a oportunidade de escrever mais um capítulo de ouro com a ‘Albiceleste’.
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A Argentina vai disputar no domingo (19) a final da Copa do Mundo de 2026 contra a Espanha, um novo teste para um técnico que transformou as dúvidas iniciais em uma identidade competitiva e que, apesar de suas conquistas, rejeita ser veementemente colocado no mesmo patamar de Menotti e Bilardo.
A trajetória da Argentina até a decisão no MetLife Stadium, em East Rutherford, nos arredores de Nova York, tem sido marcada por resiliência e personalidade.
