Arsène Wenger, chefe de desenvolvimento global de futebol da Fifa (Federação Internacional de Futebol), afirmou, neste sábado (18.jul.2026), que a organização deve reavaliar se manterá as pausas para hidratação em futuras edições da Copa do Mundo.
Segundo Wenger, a medida, criada para proteger o bem-estar dos atletas, foi adotada na edição de 2026, mas não foi aceita de forma unânime. Ele disse que a Fifa precisa “analisar o impacto depois da Copa do Mundo”.
CRÍTICAS ÀS PAUTAS
As pausas para hidratação acontecem na metade de cada tempo dos duelos, inclusive sob temperaturas amenas. “Em muitas partidas, especialmente em arenas cobertas, as pessoas não ficaram satisfeitas com isso, mas, antes de o torneio começar, foi decidido que a medida seria aplicada em todos os jogos”, disse Wenger.
Entre as críticas mais comuns estava a de que a iniciativa era mais uma oportunidade de faturamento com publicidade.
Wenger também defendeu a ampliação de 32 para 48 seleções. “Houve questionamentos antes de começar, mas vimos que era eticamente necessário dar uma chance a mais equipes. Tenho certeza de que foi a decisão certa”, afirmou.
