As tempestades que atingem o Chile desde a tarde de 4ª feira (15.jul.2026) já deixaram pelo menos 4 mortos. O subsecretário do Interior, Máximo Pavez, confirmou o novo balanço na 6ª feira (17.jul.2026).
A 4ª vítima era da região de Valparaíso, no centro do país. O governo declarou alerta vermelho na região por alto risco de enxurradas e deslizamentos de terra, segundo a agência de notícias EFE. Ao todo, 1.595 casas foram afetadas pelas chuvas, ressacas e ventos que varrem 10 das 16 regiões do país.
As circunstâncias das 3 primeiras mortes foram detalhadas pelo governo. Uma das vítimas morreu com a queda de uma árvore, durante a remoção de escombros em uma rodovia. Outra caiu de um telhado enquanto limpava calhas. A 3ª morreu por descarga elétrica em um poste de energia.
Na 5ª feira (16.jul), mais de meio milhão de pessoas ficaram sem luz no país. O Ministério de Minas e Energia informou, por meio do X, que havia “590.824 clientes sem fornecimento de energia elétrica, o que representa 7,3%” do total nacional.
De acordo com uma nota divulgada na noite de 6ª feira (18.jul), o número havia diminuído para 476.833 clientes sem fornecimento, o que representa 5,9% do total de clientes.
Na região do Biobío, a cerca de 500 km da capital Santiago, a ressaca do mar inundou casas próximas ao litoral. A agência AFP constatou pertences espalhados pelas ruas da zona residencial afetada.
