Chuvas fortes que atingiram as regiões central e sul do Chile deixaram ao menos quatro mortos, além de causarem cortes generalizados de energia, inundações e interdições de estradas, informaram as autoridades na sexta-feira (17), enquanto o país se preparava para o que oficiais preveem ser o volume de chuva mais intenso até o momento.
Na noite de sexta-feira, Claudio Alvarado, líder do Ministério do Interior e do Ministério da Secretária-geral do Governo (Segegob) e a diretora nacional do Senapred, órgão governamental responsável pela gestão de respostas a emergências, apresentaram atualizações após uma reunião do Comitê Técnico de Monitoramento sobre a frente meteorológica.
As autoridades informaram que que quatro pessoas morreram até o momento e que, nas regiões de Coquimbo a La Araucanía, há 99 pessoas afetadas e 673 abrigadas, a maioria em decorrência de retiradas preventivas realizadas em diversos assentamentos precários na Região Metropolitana.
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Entre as vítimas fatais estão um trabalhador que limpava uma via na cidade de Negrete, no sul do país, uma pessoa que sofreu uma queda enquanto limpava um telhado em Temuco e outra vítima de um choque elétrico na capital, informou o governo.
