*Por João Germano
O Grêmio Catanduvense encerrou sua participação na Segunda Divisão do Campeonato Paulista de 2026 como protagonista de um capítulo que nenhum clube gostaria de escrever no futebol paulista. Com 10 jogos, 10 derrotas, três gols marcados e 59 sofridos, teve a pior campanha da quinta divisão do Estadual. De quebra, o clube sofreu uma goleada de 17 a 0 para o Independente de Limeira, a maior da história do futebol paulista profissional masculino.
Mas como um clube que já frequentou a Série A-1 do Campeonato Paulista chega ao ponto de levar média de 5,9 gols por jogo na última divisão de São Paulo? Para entender o que aconteceu dentro e fora de campo, a Gazeta Esportiva conversou com Marcelo Silva, ex-atleta do Santos e ex-executivo de futebol do Grêmio Catanduvense.
Elenco do Catanduvense reunido no campo após sofrer goleada por 17 a 0 (Foto: Reprodução/YouTube Paulistão)
Marcelo Silva chegou ao Catanduvense em janeiro de 2026, contratado pelo presidente Sérgio Gomes após uma aproximação iniciada meses antes.
“Ele me explicou que o clube não disputava um campeonato profissional há cinco anos e eu achava que ele queria aproveitar o meu conhecimento, o relacionamento que eu tinha, que eu tenho no futebol, por ter jogado. Com meus contatos, ajudar tanto dentro como fora de campo, na questão financeira, de trazer recursos, apoio, patrocínio para o clube, e no principal, que era ajudar a montagem do elenco”, relatou.
