Entenda o que são mísseis balísticos, armamentos que assustam a Europa A Europa vive seu momento de maior reflexão sobre sua doutrina militar e de defesa desde o fim da Segunda Guerra Mundial. De um lado, o continente vê a Rússia promover uma guerra de agressão contra a Ucrânia. Do outro, o presidente de seu maior aliado, os EUA, age de maneira intempestiva, ameaçando anexar a Groenlândia, por exemplo, e minar a Otan, aliança militar formada na Guerra Fria entre americanos e europeus. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O capítulo mais recente é o anúncio de uma coalizão para proteger a Europa de mísseis balísticos, anunciada pelo presidente francês, Emmanuel Macron, ao lado do ucraniano Volodymyr Zelensky. No último dia 6, um sinal de alerta acendeu em todo o continente, quando a Rússia lançou 23 mísseis balísticos, e as defesas ucranianas não conseguiram derrubar nenhum deles. China testa lançamento de míssil balístico de submarino no Pacífico Sul em 6 de julho de 2026 Li Xiangchao/Xinhua via AP Zelensky reagiu pedindo mais sistemas antimísseis Patriot, fabricados pelos EUA, um dos poucos capazes de abater os mísseis hipersônicos russos Oreshnik. De forma geral, porém, toda a Europa ainda é dependente do sistema Patriot americano para dissuadir ataques com mísseis balísticos. Entenda, a seguir, o que são mísseis balísticos e por que eles preocupam o continente europeu. O texto continua após o infográfico.
Mísseis balísticos: o que são e por que se tornaram um pesadelo para a Europa; veja INFOGRÁFICO
