SÃO LUÍS - Após acusar a Prefeitura de São Luís e a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) de dificultarem a realização de eventos religiosos em espaços públicos da capital, a deputada estadual Mical Damasceno afirmou, durante entrevista concedida nesta sexta (27), que foi à sede do órgão para tratar de denúncias feitas por pastores sobre a negativa de autorizações para cultos e ações evangelísticas.
O caso ganhou repercussão após a parlamentar afirmar, em vídeos divulgados nas redes sociais, que permaneceu na sede da secretaria por mais de duas horas após o fechamento dos portões do órgão.
Segundo a deputada, as denúncias envolvem pedidos de realização de atividades religiosas em terminais de integração, avenidas e praças de São Luís.
Durante a entrevista, Mical Damasceno afirmou que recebeu relatos de pastores sobre dificuldades na liberação de autorizações para ações evangelísticas. “Então, gente, eu recebi muitas denúncias de vários pastores onde eles têm dado entrada aqui com os ofícios e a maioria dos ofícios são negados”, disse.
Ela acrescentou que a situação atinge diretamente a atuação de igrejas em espaços públicos da capital. “Hoje, as igrejas evangélicas de São Luís estão proibidas de fazer evangelismo dentro dos terminais de integração, nas grandes avenidas e, em sua maioria, nas praças”, afirmou.
A deputada relatou que a ida à SMTT teve como objetivo buscar esclarecimentos sobre essas restrições.
