SÃO LUÍS - A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) negou, na noite desta sexta-feira (26), que a deputada estadual Mical Damasceno (Republicanos) tenha sido impedida de deixar a sede do órgão, em São Luís, e afirmou que o veículo em que ela estava permaneceu nas dependências da secretaria em razão de um procedimento de fiscalização.
O caso ganhou repercussão após a parlamentar afirmar, em vídeos divulgados nas redes sociais, que foi mantida no local por mais de duas horas depois que os portões da secretaria teriam sido fechados. Mical também acusou a Prefeitura de São Luís e a SMTT de promoverem uma "perseguição da fé" ao dificultar a realização de atividades evangelísticas em espaços públicos da capital.
Segundo a deputada, ela foi à sede do órgão após receber denúncias de pastores sobre a suposta negativa de autorizações para cultos e pregações em terminais de integração, grandes avenidas e praças de São Luís.
"Hoje, as igrejas evangélicas de São Luís estão proibidas de fazer evangelismo dentro dos terminais de integração, nas grandes avenidas e, em sua maioria, nas praças", declarou.
Mical afirmou ainda que, ao tentar deixar a SMTT, o veículo em que estava foi impedido de sair das dependências do órgão.
"Eu estou aqui sendo tolida, vindo lutar por uma liberdade que nós temos garantia diante da lei, que é a liberdade religiosa.
