Brasil, Turquia e Austrália definiram como funcionará o Acelerador Global de Implementação, programa para ajudar os países a cumprir suas metas climáticas. As presidências da COP30 e da COP31 divulgaram neste domingo (8.nov.2026) o relatório que detalha o funcionamento da iniciativa. Leia a íntegra (PDF - 1MB).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) embarca para Antália com a missão de proteger o legado de Belém. Promete mostrar resultados, e não propostas. Leva a queda do desmatamento, os mapas do caminho (o dos fósseis ainda embrionário) e a busca por US$ 2,2 bilhões para o TFFF. O Acelerador é uma das iniciativas com as quais o Brasil busca dar continuidade à agenda da COP30 depois de transferir a presidência à Turquia. A implementação, porém, também dependerá da presidência turca, que tem outras prioridades.
A ideia é concentrar o apoio de governos, empresas e bancos em 2 soluções selecionadas a cada ano, como uma tecnologia ou uma prática que já funciona, mas ainda não se espalhou. O objetivo é ajudar a executar as NDCs (metas nacionais de redução de emissões) e os NAPs (planos de adaptação) e contribuir para limitar o aquecimento global a 1,5 °C.
O Acelerador foi criado na COP30, em Belém, na decisão do Mutirão Global, aprovada por consenso. O modelo foi elaborado depois de consultas a países e parceiros em 7 encontros em 2026, de Berlim a Fiji.
A meta do Brasil era deixar a estrutura montada até a COP31, que começa nesta 2ª feira (9.nov).
