A humanidade tem data para acabar em uma sexta-feira 13, segundo uma antiga previsão. O físico Heinz von Foerster, da Universidade de Illinois, previu que o fim da espécie ocorreria em 13 de novembro de 2026, impulsionado pela superpopulação do planeta.
Contudo, dados atuais do Brasil, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram um cenário oposto, com queda significativa nas taxas de natalidade.
O estudo de von Foerster, publicado em 1960 na revista “Science”, baseava-se na premissa de que a taxa de natalidade sairia do controle. Isso levaria a um crescimento populacional exacerbado e consequente extermínio por superlotação. A previsão de mais de 60 anos se aproxima, mas a realidade demográfica atual aponta para outra direção.
Teoria do apocalipse e a realidade demográfica
Esta profecia é mais uma entre tantas sobre o fim do mundo que já circularam na história moderna, como a de 2012, que inspirou até um filme. A possibilidade de a atual se concretizar, contudo, é confrontada por informações recentes.
Os números atuais e a contínua queda de nascimentos contradizem diretamente a perspectiva de Foerster. Um estudo do IBGE, divulgado em 2025, revelou uma redução no número de nascimentos no Brasil entre 2023 e 2024.
A pesquisa “Estatísticas do Registro Civil 2024” registrou 2.442.726 nascimentos em cartórios brasileiros.
