O ministro da Educação, Leonardo Barchini, revelou que quem não conseguir chegar ao primeiro dia de provas do Enem 2026 em regiões em que as condições climáticas prejudicarem, terá uma nova data para realizar o exame.
“Todas as questões climáticas estão sendo observadas pelo Inep. Para aqueles que não conseguirem chegar por motivos climáticos, teremos uma segunda aplicação no mês de dezembro”, contou, ao falar com a imprensa após ter apresentado ao presidente Lula os números que envolvem a aplicação do Enem deste ano.
Ele destacou o quanto realizar um curso superior faz diferença no futuro. “Educação superior vale muito. O estudante que tem ensino superior tem um salário 2,5 vezes maior do que quem não tem. A taxa de desemprego de quem tem ensino superior é de 2,7%, metade do que quem não tem. Saímos de 5 milhões de pessoas com nível superior no mercado de trabalho no início do século 21 para 25 milhões de pessoas, isso tudo só foi possível por esse tipo de acesso, do Enem”.
O ministro lembra como era o sistema de ingresso em universidades antes de a nota do exame ser aceita. “Essa prova mudou o país. Antes você tinha de se inscrever em diferentes cidades, pagar as taxas de vestibular de cada faculdade, passagens de ônibus e de avião e fazer provas em finais de semana diferente”.
A mudança surtiu efeitos na origem do estudante que chega ao ensino superior. “Por isso a cara das nossas universidades mudou.
