São Paulo, “Não tenho. Vou tentar vencer, de algum jeito”, respondeu o piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton, quando questionado pelo Metrópoles sobre qual estratégia vai adotar na corrida deste domingo (8/11) do Grande Prêmio São Paulo. Esta será a 400ª largada da carreira do heptacampeão mundial.
A declaração foi feita após o treino classificatório do sábado (7/11), em que Hamilton classificou no Q2 e garantiu o 11° melhor tempo. No entanto, ele sofreu 75 posições de punição após a Ferrari trocar o primeiro o motor de combustão interna (+10) e, em seguida, todo o restante da unidade de potência (+65). As trocas jogaram o piloto para o fim do grid.
Regra da FIA
Apesar do alto número de posições de punição, Hamilton ainda larga a frente de Max Verstappen (Red Bull) e Sérgio Perez (Cadillac). Isso porque as regras da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) estabelecem que, a partir de 15 posições de punição, o piloto é automaticamente enviado para o fim do grid.
Quando múltiplos pilotos recebem a mesma punição, a ordem entre eles é definida pelo desempenho no treino classificatório. Verstappen se classificou em 16° e Perez, em 21°.
Hamilton disse estar se sentindo confortável com o carro após as alterações feitas pela Ferrari. “[O treino classificatório] foi praticamente uma sessão de testes para emtender as condições [climáticas] e como os pneus funcionam”, explicou.
400ª largada da carreira de Hamilton
Neste domingo, Hamilton dará a 400ª largada da carreira. O heptacampeão mundial é o que mais acumula recordes na categoria.
