Renault Kwid 2027.
Divulgação / Renault
O Renault Kwid passou por uma grande renovação, mas segue com uma tarefa difícil pela frente. Apesar dos bons números de vendas, cerca de dois terços das unidades comercializadas são destinados a empresas.
É um fenômeno comum entre modelos de entrada, como Volkswagen Polo, Fiat Mobi e Hyundai HB20. Por ser o carro mais barato do Brasil, o Kwid chama a atenção de quem busca o primeiro zero km, mas será que as atualizações recebidas desde 2017 foram suficientes para elevar o patamar do modelo?
Como mostrou o g1, o efeito China derrubou os preços dos carros usados e aumentou a pressão sobre os preços dos modelos de entrada.
Para entender como o Renault se sai nessa disputa, o g1 testou o Kwid e fez uma comparação rápida com três modelos que custam entre R$ 82 mil e R$ 91 mil, faixa de preço em que também se encontram algumas versões do compacto.
Agora no g1
Visual melhorou
As atualizações externas aproximam o Kwid da identidade visual adotada em modelos como Kardian, Boreal e Koleos.
O para-choque dianteiro foi redesenhado e ganhou uma nova grade com acabamento preto brilhante em todas as versões, além do novo logotipo da Renault.
Na traseira, as lanternas também ganharam um novo desenho. A tampa passa a exibir o novo emblema da fabricante e a inscrição “Kwid” com outra tipografia.
Nas configurações equipadas com câmera de ré, o dispositivo fica integrado ao logotipo.
Renault Kwid 2027 muda visual, mas custa até R$ 91 mil; vale mais que um seminovo? Veja teste
