O pombo, apelidado popularmente de “rato com asas”, pode representar mais do que um incômodo nas ruas e praças. O contato com ambientes contaminados por suas fezes pode favorecer a transmissão da criptococose, uma infecção causada por fungos do gênero Cryptococcus, capaz de atingir diferentes partes do organismo e, em casos graves, provocar meningite.
Mas o que é a criptococose? A doença acontece quando a pessoa inala esporos ou leveduras do fungo, encontrados principalmente nas fezes dos pombos, mas também em árvores, frutas, solos e cereais. Depois de entrar no organismo, o microrganismo pode se alojar nos pulmões e provocar sintomas respiratórios.
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IST: por que mesmo com tanta informação ainda há aumento de infecções?
Quem corre maior risco de desenvolver a infecção?
A criptococose é considerada uma infecção oportunista, pois atinge com maior frequência pessoas com o sistema imunológico enfraquecido. Entre os grupos mais vulneráveis estão pacientes com AIDS, câncer, diabetes, doença hepática crônica, transplantados e pessoas que utilizam altas doses de corticoides por períodos prolongados.
Entre as manifestações mais comuns estão:
Os sinais da doença variam conforme a região do corpo afetada.
