Na noite da última sexta-feira, 6, a Mancha Alvi Verde, maior torcida organizada do Palmeiras e rompida com a atua gestão, emitiu nota nas redes sociais, na qual critica o clube pela condução na venda de ingressos para a final da Libertadores.
“O Palmeiras simplesmente “LEILATIZOU” e PRIORIZOU”, escreveu a diretoria da Mancha no comunicado.
Segundo a torcida, o primeio lote foi destinado ao plano Diamante, o plano mais caro do programa de sócio-torcedor Avanti, aos sócios do clube e à agência Century Travel e Turismo, que comercializa pacotes com ingressos a partir de R$ 13.975.
“Pasmem! Os voos serão operados pela Placar, empresa ligada à empresária Leila Pereira [e sem conexão com a presente publicação]”, aponta a Mancha, para quem fica evidente o “conflito de interesses”, além de abrir espaço para cambistas. “Agora, aparecem pessoas oferecendo entradas por R$ 4 mil e R$ 5 mil.”
Para a organizada a prioridade aos sócios do plano Diamante e à agência, “que não organizou uma única caravana para acompanhar o Palmeiras durante a temporada”, desrespeita os demais torcedores.
“Falta um ano e dois meses para o encerramento deste mandato. Seu nome será apagado da nossa história”, pontua o comunicado.
Palmeiras se manifesta
Após a nota acusatória, o Palmeiras se manifestou sobre o assunto na tarde deste sábado, 7. O clube defende não ser o responsável pela comercialização de ingressos, mas sim, a Conmebol, a qual deve reprimir os cambistas.
