A defesa de Gabrielly Delgado de Oliveira, mãe de Alice Fraga Delgado de Oliveira (foto em destaque), de 1 ano e 3 meses, que morreu após dar entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em parada cardiorrespiratória e com sinais de violência pelo corpo, afirmou que ela “jamais foi conivente” com qualquer conduta criminosa praticada pelo padrasto da menina.
Em nota enviada ao Metrópoles, a defesa informou que Gabrielly está colaborando com as autoridades e se colocou à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários sobre o caso.
“A defesa refuta as acusações de omissão que vêm sendo publicamente disseminadas, destacando que eventual responsabilização exige análise dos fatos concretos e elementos probatórios, não podendo decorrer de presunções ou julgamentos precipitados”, diz a nota.
A defesa destacou ainda que compreende a comoção causada pela morte da menina, mas que isso não justifica ataques pessoais, acusações sem fundamento e exposição da mãe da criança.
Alice morreu em 25 de outubro, três dias após a Justiça negar um pedido do Conselho Tutelar de Samambaia para afastá-la da mãe, do padrasto e da babá.
A solicitação foi feita após após profissionais de saúde identificarem lesões no corpo da criança.
O episódio em questão ocorreu em 13 de outubro, quando a bebê foi levada ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e, posteriormente, para o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib).
