Phantom Blade Zero está sendo jogado por centenas de milhares de PC gamers nesse exato momento, nas configurações gráficas e especificações de máquina mais variadas possíveis. O jogo foi feito na Unreal Engine 5 e, embora tenha seu peso por conta disso, ele é bem otimizado em geral, mas sempre dá para deixar a experiência melhor.
Depois de investir mais de 50 horas no game, percebi o que pesa e o que não pesa, quais efeitos é melhor ativar ou desativar, ou talvez mudar um preset inteiro, e trago aqui algumas dicas rápidas. Minha experiência foi em uma RTX 5070, com Core Ultra 9 285K e 32 GB de RAM, rodando o game em 1440p, preset alto e com DLAA do DLSS ativado.
1. Realismo dos raios e seu peso
Ray Tracing é algo que pesa muito, e mais ainda o Path Tracing. Não é nem novidade dizer que, se você, por algum motivo, não é fã de upscaling de imagem ou não gosta nem de geração de quadros, nem cogite essas tecnologias de renderização avançada.
Caso opte por ativar o RT, saiba que é necessário ativar também a reconstrução de raios, essencial para deixar os efeitos sem ruídos e com uma qualidade de imagem melhor. Ao fazer isso, você derruba o desempenho para o mesmo nível do Path Tracing.
Em uma cena específica com muitos reflexos, onde é possível conseguir mais de 60 FPS em rasterização, ao ativar o Ray Tracing, o desempenho cai para 43 FPS. Para reduzir os artefatos, temos que ativar a reconstrução de raios e isso derruba a performance para 35 FPS.
