BRASÍLIA - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou um prazo de 15 dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre os pedidos de continuidade das investigações relacionados ao caso envolvendo o Banco Master.
Atuando temporariamente na presidência do STF, Edson Fachin despachou as requisições da Polícia Federal para análise da PGR.
Frentes de investigação
Entre os procedimentos submetidos à avaliação do Ministério Público estão as suspeitas de irregularidades em transações financeiras entre a instituição financeira e o Banco de Brasília (BRB). Além disso, o escopo sob análise abrange o inquérito focado no financiamento da produção cinematográfica sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, bem como apurações direcionadas ao senador Jaques Wagner.
A retenção provisória dos processos na presidência ocorre em decorrência de menções a integrantes da própria Corte encontradas nos relatórios policiais. O encaminhamento dado por Fachin busca colher a posição da PGR antes que o plenário do tribunal deliberem sobre os passos seguintes e sobre a condução das diligências pendentes requisitadas pelas autoridades policiais.
