No programa do Noblat, a nova manifestação de Lula sobre o ajuste fiscal reafirmou a seriedade do governo com o equilíbrio das contas, mas deixou claro que o sacrifício não recairá sobre os mais vulneráveis.
O presidente enfatizou que o país herdou um déficit elevado e agora projeta superávit, pontuando que a cartilha de cortes exigida pelo mercado financeiro não vai asfixiar os programas sociais nem os investimentos essenciais.
