Hedge é uma estratégia financeira muito utilizada para a proteção do patrimônio. Ele ajuda a minimizar o impacto de flutuações de preços e taxas.
Ter um hedge é parecido com contratar um seguro para seus investimentos. Por exemplo, um investidor que comprou uma ação de R$ 20 pode comprar uma Opção de venda (put), que permite travar o preço dessa ação.
Se o preço estabelecido no hedge for dos mesmos R$ 20 o investidor conseguirá esse preço pela ação mesmo se houver uma queda no mercado daquele ativo.
Portanto, se o preço da ação da empresa cair e agora valer R$ 10, o investidor que tiver o hedge conseguirá vender seu ativos pelos mesmo R$ 20 da compra.
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“Essa é uma estratégia utilizada largamente por investidores, por exportadores que precisam de alguma forma travar o câmbio e se proteger de valorizações ou desvalorizações cambiais”, disse Bernardo Pascowitch, apresentador do Resenha do Dinheiro.
A questão é que se houver uma valorização das ações da empresa os ganhos do investidor que fez uma Opção de compra também serão limitados. Fazer contratos de hedge não elimina todos os riscos do mercado, eles são capazes de minimizar ou reduzir uma parte específica dos riscos.
E não é apenas as ações que os hedges se aplicam, a estratégia pode incluir derivativos, câmbio, commodities e títulos.
