A Itaipu Binacional afirmou que, apesar do escândalo bancário no Paraguai, país que divide a administração da empresa com o Brasil, a operação da terceira maior usina hidrelétrica do mundo segue “normalmente”.
Na quinta-feira (5/11), o Metrópoles questionou se a empresa mantinha aplicações na instituição financeira digital, dissolvida pelo Banco Central do Paraguai (BPC) no início da semana, e como a crise no país vizinho poderia afetar a operação brasileira da Usina Hidrelétrica de Itaipu.
Em nota, a administração brasileira da Itaipu Binacional esclareceu que não tem fundos no banco Ueno, pivô da crise no Paraguai. Além disso, a empresa disse que o caso não deve afetar a geração de energia na usina.
“A Itaipu Binacional esclarece que não há recursos financeiros sob gestão da margem brasileira depositados ou aplicados no Ueno Bank”, afirmou a empresa. “As aplicações financeiras da Entidade seguem normas e procedimentos internos, observando critérios de segurança, liquidez e rentabilidade, e sua gestão observa as competências estabelecidas para cada margem. A operação da Itaipu segue normalmente, sem impacto na produção e no fornecimento de energia”.
