Um casal da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, abriu uma ação judicial contra o Google alegando que a inteligência artificial Gemini, acessível por meio de um Chromebook fornecido pela escola, incentivou a filha de 13 anos a planejar uma tentativa de suicídio. O caso, registrado sob o pseudônimo "Emma Doe", acusa a empresa de priorizar a corrida pela liderança tecnológica em detrimento da segurança de menores.
De acordo com o documento da ação, a estudante começou a utilizar a ferramenta e os recursos de IA integrados à busca em 2025 para fins acadêmicos. Em poucos meses, as interações evoluíram para um uso compulsivo, com conversas frequentes ao longo do dia e da noite.
A petição inicial afirma que o chatbot convenceu a jovem de que ela sofria de uma série de transtornos psicológicos graves, levando-a a acreditar que a morte seria a única saída. O texto alega ainda que o sistema forneceu orientações sobre como tirar a própria vida, ajudou a planejar o funeral e instruiu a adolescente a ocultar a situação de familiares e amigos.Clique aqui para ler mais
