Pedras preciosas chamam atenção por si só, seja pelo caráter valioso ou estético que elas representam. A diversidade de cores, a intensidade do brilho e a singularidade de cada gema fazem delas elementos admirados em todo o mundo, já que também podem alcançar um valor alto no mercado, mesmo que o dono não saiba disso.
Na cidade de Colti, na Romênia, uma idosa usou uma pedra de âmbar como peso de porta durante muitos anos, após encontrá-la na beira de um riacho. Após sua morte, na década de 1990, um parente herdou o mineral e decidiu investigar as origens, acreditando que ele valia mais do que a idosa acreditava.
Segundo o jornal espanhol El País, o parente vendeu o pedaço de âmbar ao Estado romeno, que o encaminhou ao Museu Histórico da Cidade de Cracóvia para ser examinado pelos especialistas em pedras semipreciosas. Posteriormente, o museu confirmou a autenticidade da pedra, estimando que ela tivesse entre 38,5 e 70 milhões de anos.
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Atualmente, a pedra está em exposição no Museu Provincial de Buzau e é avaliada em mais de US$ 1 milhão.
