A Justiça de São Paulo analisa uma ação movida pelo Sinppenal (Sindicato dos Policiais Penais de São Paulo) contra o governo estadual por supostas práticas antissindicais. Entre as condutas apontadas pela entidade estão a proibição de acesso de representantes sindicais às unidades prisionais e a abertura de processos administrativos contra dirigentes.
O sindicato afirma que, desde o início da gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos), é impedido de entrar nas unidades prisionais para verificar denúncias e fiscalizar as condições de trabalho dos policiais penais. Segundo o presidente do Sinppenal, Fábio Jabá, o acesso é um direito garantido pela Constituição Federal.
Além disso, a ação também aponta o uso de processos administrativos como instrumento de pressão contra representantes sindicais, com o objetivo de restringir a atuação do sindicato.
Segundo o Sinppenal, Fábio responde a 10 PADs (Processos Administrativos Disciplinares). Outros dirigentes, como Gilberto Antônio da Silva, Wilton Borges Viana, conhecido como Wiltinho Poeta, e Abdael Ambruster, também teriam sido alvo de procedimentos administrativos.
A CNN Brasil entrou em contato com o governo de São Paulo sobre o assunto e aguarda retorno.
