A vitória democrata no Congresso americano coloca as relações entre empresas de tecnologia e o governo Trump sob maior fiscalização a partir de janeiro. Robert Garcia, que deve presidir a comissão de fiscalização da Câmara, prometeu investigar suspeitas de corrupção empresarial. Escritórios de advocacia se preparam para uma alta na demanda por defesa em investigações parlamentares. Contratos públicos, vínculos com a família presidencial e custos dos data centers estão entre os temas apontados. A Casa Branca nega irregularidades e acusa os democratas de preparar investigações políticas.
Após aproximação com Trump, big techs entram na mira de investigações democratas
