Em 2014, a BioWare nadava de braçadas no cenário de RPGs. Antes de surgir The Witcher III: Wild Hunt, de Persona se popularizar e da Square Enix lançar Final Fantasy XV, quando se falava no gênero, só vinha um título em mente, Dragon Age: Inquisition.
A presença de múltiplas raças, a profundidade da história, integração da War Table e de Agentes, fora a adição de diversos elementos tornou a aventura memorável por várias razões. Era o “sucessor perfeito” de The Elder Scrolls V: Skyrim (2011).
No mesmo ano, Geoff Keighley saía da Spike Video Game Awards para apresentar a sua própria premiação: The Game Awards. O evento, que já virou uma tradição para os jogadores, tinha um encontro de destino com o grande sucesso da BioWare.
O estúdio, que antes produziu obras-primas como Dragon Age: Origins, a trilogia Mass Effect e Star Wars: Knights of the Old Republic, acertava outro hit e via Dragon Age: Inquisition como a oportunidade de ouro para elevar o alcance dos seus games.
O TGA teve um papel fundamental nisso. O evento era o palco perfeito para a desenvolvedora e para a Electronic Arts mostrarem sua força perante franquias como Bayonetta, franquias inéditas representadas em Sombras de Mordor e até mesmo a ascensão mobile com Hearthstone.
Ainda que Inquisition não seja visto como o melhor título do estúdio, ele refletia bem o progresso da BioWare ao longo dos anos.
