Modalidades como skate, surfe e escalada correm risco de deixar o programa olímpico a partir dos Jogos de Brisbane em 2028, segundo o jornal britânico The Guardian.
A publicação explica que o Comitê Olímpico Internacional (COI) planeja uma redução no número de modalidades esportivas a partir da Olimpíada que será sediada na Austrália, com a diminuição do limite de 10.500 atletas.
Além disso, a entidade vê necessidade de modernizar os Jogos Olímpicos, levando em consideração variáveis como audiência, custos, complexidade das instalações e tamanho do grupo de atletas.
Esportes que concentram muitos atletas, como a natação, o atletismo e a ginástica, estão mantidos, mas podem sofrer alterações de disciplinas, como a marcha atlética, por exemplo, que, segundo o The Guardian, também está em risco de deixar o programa.
Consequências para os anfitriões
A eliminação dessas modalidades preocupa os anfitriões, que têm concorrentes ao pódio em algumas delas. Os australianos Beacroft, da marcha atlética, Arisa Trew e Chloe Covell, do skate, a surfista Molly Picklum, número 1 do mundo, e a escaladora Oceana Mackenzie são nomes fortes do país para os Jogos de 2032.
O comitê organizador tem direito a escolher quatro esportes extras, assim como Paris optou por adicionar o breaking, por exemplo. Portanto, caso o COI exclua essas modalidades, Bribane pode adicioná-las novamente. Mas, nesse caso, os organizadores teriam que arcar com os custos extras para a realização das mesmas.
