Na análise do programa do Noblat, a defesa enfática de Lula pela responsabilidade fiscal e pela atração de investimentos veio acompanhada do reconhecimento de que o Estado não pode ser o “senhor supremo da exploração e industrialização”.
O presidente lembrou que investidores buscam segurança e lucro real, não “seus belos cabelos”, ao mesmo tempo em que criticou a postura de vira-lata de setores das elites que sempre torcem contra o próprio país e tendem a ignorar o povo que foi às urnas.
