A inteligência artificial deve alcançar avanços impressionantes na medicina nos próximos anos, chegando a “tornar a morte uma escolha”. Quem defendeu isso foi Greg Brockman, presidente da OpenAI, que falou sobre o tema durante o evento WSJ Tech, na quarta-feira (4), promovido pelo The Wall Street Journal.
“Acho que quando você olha para algo como a biologia, percebemos que isso não é algo único dos seres humanos. Todos nós sofremos e existe até mesmo a possibilidade de pensar na morte como uma escolha. Tudo isso é possível”, argumentou.
Cura de doenças
Tratando como real a possibilidade de a IA levar a humanidade à imortalidade ou ampliar ao máximo a longevidade, a partir de avanços médicos, o cofundador da OpenAI ressaltou que isso ainda vai demorar algum tempo para acontecer. No entanto, outros benefícios chegarão a curto prazo.
Segundo Brockman, será possível notar grandes avanços na área de saúde, promovidos pelos sistemas inteligentes, em até um ano e meio;
Entre as melhorias, estaria a descoberta de novos tratamentos que poderiam até permitir a cura de doenças;
“Ter curas para doenças é algo que também se tornou um clichê nesse campo, mas acho que você vai ver entregas reais e avanços reais e significativos e impactos na biologia, na saúde e na cura de doenças nos próximos 12 meses, 18 meses”, declarou;
Na sequência, ele comentou que há vários modelos de IA trabalhando nisso, “resolvendo esses problemas sem solução”, cujos resultados poderão ser conhecidos em…
