A coluna apurou que a defesa de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola(foto em destaque), apontado como chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC), alega que houve irregularidades nas investigações que resultaram na Operação Vérnix, deflagrada em maio deste ano para apurar um suposto esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado milhões de reais por meio de empresas de fachada.
O advogado Bruno Ferullo protocolou, na última terça-feira (4/11), resposta à acusação apresentada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP). No documento, ele sustenta que os elementos apresentados pelo órgão são insuficientes para comprovar a responsabilidade penal atribuída aos investigados.
Entre os alvos da ação policial estavam a influenciadora Deolane Bezerra, Marcola e três parentes dele, identificados como Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior, Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, também defendidos por Ferullo.
Em nota, a defesa declarou ter apontado, no documento, irregularidades que remontam à fase de investigação e que, em seu entendimento, comprometem a validade dos atos do processo.
